Microgeração energética
Quando pensa em soluções para a crescente demanda por energia em todo o mundo, a maior parte das pessoas automaticamente imagina grandes estruturas e empreendimentos colossais, como hidrelétricas ou mesmo os parques eólicos sobre os quais já tratamos aqui. Mas, seguindo uma tendência existente em muitas áreas – principalmente de comunicação e entretenimento –, a energia também pode ser produzida a partir de pequenos aparelhos.
Pouca gente sabe, mas gerar eletricidade não requer necessariamente uma hidrelétrica inteira. Dá para fazer isso de casa, da escola ou mesmo numa fazenda. Os microgeradores eólicos – que usam pequenas turbinas de vento – já são realidade. Atualmente, o negócio movimenta US$ 255 milhões anuais, e as estimativas dão conta de que esse número deve passar de US$ 630 milhões em apenas três anos, de acordo com dados da consultoria global Pike Research.
Uma das principais vantagens dos microgeradores é a autonomia que eles proporcionam. Com as pequenas turbinas podendo ser instaladas em praticamente qualquer lugar, mesmo as comunidades isoladas poderão ser atendidas e, finalmente, contar com eletricidade. É claro que a quantidade produzida varia segundo a complexidade dos aparelhos. Os diversos fabricantes internacionais oferecem modelos capazes de gerar entre 10 e 180 mil KWh por ano, por exemplo. No Brasil, ainda não há muitas opções: somente quatro empresas fabricam aerogeradores menores, com potência entre 250 W e 200 kW.
Mas esse cenário um tanto tímido deve mudar. O Brasil está inserido na economia global e já ocupa posição de destaque. Com demandas energéticas crescentes, o país não pode ignorar a possibilidade de contar com novas matrizes. Tanto que, no mês de abril, aprovou uma resolução específica dedicada à microgeração de energia elétrica destinada à instalação de painéis solares e microgeradores eólicos. O texto regulamenta esse tipo de produção energética e estabelece que consumidores poderão receber descontos de acordo com a geração de eletricidade de seus equipamentos. Caso haja produção “excedente” por parte dos cidadãos, haverá um crédito a ser abatido nas contas de eletricidade dos meses seguintes.
Com abundância de regiões de ventos fortes e sol o ano inteiro, o Brasil pode ser uma potência não apenas na produção energética “institucional”, mas também nesse setor que depende dos investimentos individuais. A microgeração ainda é pouco explorada por aqui, mas num futuro breve esse pode ser um caminho alternativo e viável para aumentar a produção e também levar eletricidade a todos os brasileiros.
No link, uma reportagem da Globo News sobre a instalação do primeiro sistema de microgeração de energia eólica em um prédio público brasileiro, na Câmara de Vereadores da cidade de São José, vizinha a Florianópolis.
Fonte: Blog Respostas Sustentáveis
Frutas em formato de caixinhas
Sensacional essa ação que a Age Isobar criou com a marca Camp Néctar para mostrar que os sucos são 100% naturais.
Segundo a agência foram mais de dois anos de experimentos para que as frutas tivessem o exato formato da caixinha.
Fonte: Blog Elefante sem Fio
RIO+SOCIAL
Já a algum tempo que a sustentabilidade do planeta é tópico importante em todos os jornais, em todas as conversas, no ambiente acadêmico e profissional. Energia limpa, Belo Monte… agora a Dilma deve vetar ou não, toda ou parte do Código Florestal…
Em julho acontecerá uma série de conferências e eventos no Rio de Janeiro enquanto a ONU e os líderes mundiais irão se reunir para discutir sobre o futuro do nosso planeta. Paralelo a tudo isso também vai rolar o Rio+Social, uma iniciativa para incluir a nossa voz, a nossa opinião sobre tudo que está rolando nesse meio. Uma série de reuniões vão acontecer com o intuito de discutirmos o tema e como a tecnologia e as redes sociais podem nos ajudar.
A agência LiveAd criou um vídeo bem bacana explicando tudo isso:
Fonte: Blog Elefante sem Fio
Eco Can
De latinha mesmo, ela só tem o formato… Idealizada pelo estúdio Molla Space, a latinha abaixo, chamada My Eco Can, é feita de um material plástico biodegradável que leva amido em sua composição, sendo livre dos componentes de petróleo usados na fabricação de plástico convencional.
Além de ser uma graça e reduzir o consumo de copos descartáveis, a “latinha verde” tem efeito térmico que ajuda a manter a bebida geladinha ou quente. Custa em torno de 25 reais no site da empresa (só encontrei na Amazon).
Fonte: Blog Vivo Verde
O fliperama de papelão
A história desse menino de 9 anos é muito interessante, serve como exemplo a paixão que ele toca o seu negócio. Com caixas de papelão e muita criatividade ele construiu a Caine’s Arcade um lugar com fliperamas de variados jogos, o mais legal é o sisteminha que ele criou para o funcionamento e controle dos jogos.
Fonte: Blog Elefante sem Fio
Árvore para captar energia solar
Desde o começo das civilizações, a natureza inspira o intelecto humano na criação de estruturas e ferramentas. Apesar de a ciência já ter analisado inúmeros exemplos da complexidade de sistemas e organismos, os mistérios naturais continuam a nos surpreender à medida que são desvelados.
Olhe uma árvore, por exemplo. Parece confusa e aleatória a profusão de galhos retorcidos que elevam as folhas em busca da luz do sol. Um menino de 13 anos, porém, percebeu que as ramificações obedeciam a um padrão espiral.
Foi numa caminhada de inverno que o garoto americano Aidan Dwyer fez essa observação. Quando começou a estudá-la, descobriu que os galhos seguiam os números Fibonacci, assim como em conchas, sementes de um girassol, nas proporções do corpo humano até em estruturas espaciais. A sequência começa por 0 e 1 e a cada número seguinte representa a soma dos dois anteriores: 0-1-1-2-3-5-8-13-21…
A principal hipótese para o padrão é que ele servia à principal função das árvores: captar e processar a luz do sol. Para testar a hipótese, Aidan construiu uma árvore com painéis solares obedecendo à sequência Fibonacci de um carvalho e por meses comparou os resultados com os de uma placa fotovoltaica plana.
O resultado é que o padrão espiral inspirado nas árvores conseguiu captar 20% mais de voltagem e 2,5 horas mais de luz solar do que o painel plano. Durante o inverno, quando o sol faz um percurso mais próximo ao horizonte, a árvore com painéis que obedece à sequência Fibonacci conquistou uma eficiência ainda maior, alcançando uma captação de luz solar por 50% mais tempo ao longo do dia.
A sequência Fibonacci permite à árvore seguir melhor o caminho traçado pelo sol através do céu. Em comparação com as placas planas, a árvore de painéis ocupa menos espaço em áreas urbanas, não é tão afetada por sombras nem coleta tanta neve, chuva e sujeira. Além disso, ela é mais eficiente em altas latitudes, onde o sol percorre um caminho de baixa angulação pelo céu.
Depois de receber prêmios em 2011, como o Jovem Naturalista do Museu de História Natural de Nova York, Aidan Dwyer continua com a pesquisa para entender se o formato das folhas também tem relação com a sequência Fibonacci e para seguir nos surpreendendo com a genialidade da natureza.
Veja a palestra Aidan Dwyer sobre a sua pesquisa:
Fonte: Blog Respostas Sustentáveis
Light Painting em 360 graus
O fotógrafo Richard Kendall com sua equipe produziu incríveis fotos em 360 graus utilizando as técnicas de Light Painting e Bullet Time, para isso utilizaram 96 cameras e tiveram 3 meses de trabalho.
Fonte: Blog Elefante sem Fio
Mídias para Impressão Sustentáveis (credenciadas pela FIFA)
Os únicos tipos de mídia autorizados pela FIFA para comunicação na Copa do Mundo FIFA 2014 no Brasil!
Lançadas com sucesso a nível mundial, esse material é livre de PVC e 100% reciclável.
Está disponível em três versões: tecido auto adesivo de poliéster, polipropileno e polietileno.
Eles chegam como uma solução universal para impressoras solventes, eco-solvente, tintas UV e látex. São adequados para aplicação indoor e outdoor temporário.
- Material em poliéster auto-adesivo e 100% reciclável. Solução ideal de todas as aplicações em interiores;
- Solução ideal para aplicações outdoor e indoor – banners, faixas e painéis de pequeno porte. São 100% recicláveis, portanto, ecologicamente corretos.
Agregue valor aos seus trabalhos e à sua marca! Utilize material reciclável e mostre que a sua empresa se preocupa com o futuro do nosso planeta!
Estudantes da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo uma série de roupas feita de fibra natural e capaz de carregar pequenos aparelhos eletrônicos. A ideia é fabricar modelos duráveis, confortáveis e estilosos para ser usados em corridas e caminhadas ao ar livre.
O projeto, coordenado por pesquisadores do Departamento de Design da universidade, é considerado único porque alia tecidos naturais – como algodão ou linho, ao invés daqueles derivados do petróleo – e placas solares, para armazenar energia do Sol e abastecer os gadgets de quem a está usando. Até então as roupas equipadas com placas solares de que se tinha notícia não tinham o apelo fashion. Afinal, os painéis são feios e volumosos, não é mesmo?
Os pesquisadores também descobriram uma combinação de espessura, peso, tingimento, acabamento e tipo de tecidos naturais que garante boa proteção contra a radiação ultravioleta.
Com financiamento de US$ 15 mil da EPA – Agência de Proteção ao Meio Ambiente, o grupo já desenvolveu protótipos de três jaquetas, um colete e dois capacetes – um para ski, que também é equipado com Bluetooth, e outro que poderá ser usado por militares.
Os modelos foram expostos na feira National Sustainable Design, em Washington, realizada nesta semana.
Fonte: Blog Planeta Sustentável

