Aquecimento global fará com que a população das Ilhas Maldivas se mude para a Austrália

Em breve a população das Maldivas estará de mudança. Os 350 mil habitantes terão de fazer as suas malas para passar a viver na Austrália, antes que sejam engolidos pelos mares do Oceano Índico. Pelo menos é o plano do presidente Mohamed Nasheed para a sobrevivência do seu povo.

Nasheed anunciou recentemente que pretende criar um fundo que arrecadará dinheiro para comprar terras e bancar a mudança, quando o aumento do nível do mar – que ocorre por conta da crescente temperatura do planeta – for tamanho que inundará todo o país. Os recursos virão da receita turística das mais de mil ilhas paradisíacas que formam o arquipélago.

Segundo as melhores estimativas da ONU, o nível do mar aumentará entre 28 e 28 cm até o final do século XXI. “Está se tornando cada vez mais difícil sustentar as ilhas em seu estado natural”, declarou ao jornal Sydney Morning Herald. Achou loucura? Pois não se trata de ficção científica, pelos cálculos do presidente a mudança será necessária daqui a, apenas, 20 anos. Outros países próximos com cultura semelhante, como a Índia e o Sri Lanka, também são considerados, apesar de Nasheed ainda não ter conversado oficialmente com nenhum deles.

Fonte: Blog Planeta Sustentável

Tornando a cidade mais útil

http://player.vimeo.com/video/25230847

Um grupo de designers franceses percebeu que a cidade em que viviam precisava ser mais criativa e humana. Então decidiram criar pequenas ferramentas que transformavam e davam novos usos para bancos, cabines telefônicas, máquinas de café. Assim, as pessoas que iriam jogar uma sacola no lixo poderiam deixar a embalagem em um compartimento especial para que outros reaproveitassem o material. Cabines telefônicas ganharam carregadores de celular e muros ásperos ganharam ganchos para pendurar roupas.

Fonte: Blog Iniciativa Sustentável

A Lâmpada WakaWaka

Mais uma boa ideia acaba de sair do papel para beneficiar comunidades de regiões pobres de todo o mundo, onde a eletricidade, em pleno 2012, ainda não chegou. Trata-se da lâmpada WakaWaka, nome inspirado na música tema da última Copa do Mundo, This Time for Africa, da Shakira, e que na língua africana suaíli quer dizer “brilhar”.

Compacta e de baixo custo, a WakaWaka tem uma placa fotovoltaica para captar a energia do Sol e diodos emissores de luz, o famoso LED, para iluminar. Como mostra o vídeo abaixo, ela pode ser acoplada a uma garrafa PET e, assim, substituir os lampiões de querosene, comumente usado em regiões de vulnerabilidade social, mas que são tóxicos e podem causar asfixias, além de incêndios e explosões.

Além de mais segura, a WakaWaka é econômica. Ela deverá custar menos de US$ 10, o equivalente aos gastos de dois a três meses com querosene. Segundo a empresa WakaWaka Shine Bright, que conseguiu realizar seu projeto através da plataforma de financiamento coletivo Kickstarter, um dia inteiro de exposição ao Sol garante 16 horas de luz e outras funções, como fornecer energia para rádios ou carregar baterias de celulares.

Estima-se que em todo o mundo 1,5 bilhões de pessoas não têm acesso a uma fonte estável e segura de luz.

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Fonte: Blog Planeta Sustentável

Seus passos gerando eletricidade

Pesquisadores da Universidade de Wisconsin criaram uma maneira de aproveitar a energia do movimento dos pés para abastecer pequenos aparelhos eletrônicos, como celulares. Isso pelas solas de um par de tênis!

Eles desenvolveram o protótipo InStep Nanopower, que tem uma sola especial (veja na imagem acima) com duas bexigas de plástico – uma no calcanhar e outra na altura dos dedos – conectadas. Quando um passo é dado, o impacto carrega os eletrodos do metal líquido que está dentro dessas bexigas e, assim, cria uma corrente elétrica.

Quanto mais rápida a caminhada ou corrida, mais eletricidade é gerada e armazenada na bateria, que também está acoplada à sola. E como aproveitar essa eletricidade? O protótipo tem, ainda, um cabo micro-USB que pode abastecer eletrônicos pequenos, como um celular. Também seria possível transferir a carga para uma bateria de celular através de uma conexão Wi-Fi.

Seus criadores, Tom Krupenkin e J. Ashley Taylor, ainda buscam investidores para ajudar o produto chegar ao mercado.

Fonte: Planeta Sustentável

Criatividade e energia alternativa

A modernidade nos trouxe incontáveis avanços tecnológicos. Nos tornamos conectados a milhões de outras pessoas, aparelhos e tomadas. Sim, tomadas! Por toda a parte, tem sempre alguém procurando por elas, seja  para carregar o celular, o computador ou, simplesmente, para ligar o secador de cabelo. Vivemos na era do wireless, onde tudo funciona sem a necessidade de fios. Mas, curiosamente, estamos constantemente limitados a algum ponto de energia elétrica, consumindo sem parar.

Foi pensando em soluções mais verdes e com menos fios que os designers Seunggi Baek e Hyerim Kim desenvolveram o Plantbook, um laptop conceitual sem fios, sem carregadores e sem tomadas. O computador é inspirado no bambú e ganhou esse nome porque assim como a folha desse vegetal a sua bateria também utiliza a água para gerar energia. O processo acontece por eletrólise. Basta colocar a bateria num recipiente com água e uma placa de aquecimento solar instalada em uma das extremidades provê a energia necessária para que a reação aconteça. Uma alça de silicone em forma de folha contendo pequenas lâmpadas de LED acende quando a carga está completa. Um fato interessante é que, enquanto carrega, a bateria ainda elimina no ar o oxigênio não utilizado.

O Plantbook um produto conceitual, mas não é preciso ir tão longe para entender o seu princípio de funcionamento. Como diz o ditado, se a vida te der limões, faça uma limonada ou, quem sabe, acenda uma lâmpada. O vídeo abaixo ensina como fazer o seu próprio gerador químico utilizando alguns limões, moedas de cobre, pedaços de fios e alguns clipes.

http://www.youtube.com/embed/hbuhHO7WrB0

Fonte: Respostas Sustentáveis

Primeira agência ecoeficiente do BB

O Banco do Brasil inaugurou na última quinta-feita, 19,  a sua primeira agência ecoeficiente em São Paulo (SP). O projeto visa à economia de até 20% de energia elétrica e de até 30% de água, permitindo o uso racional dos recursos naturais.

A localização da primeira agência ecoeficiente do BB foi escolhida em um dos bairros mais populosos de São Paulo: Pirituba. A agência já abre suas portas com 19 mil clientes e funcionará em caráter experimental. Ainda no primeiro semestre, será inaugurada a segunda agência ecoficiente, na região metropolitana de Fortaleza (CE), já com cerca de 33 mil clientes. Após o acompanhamento dos resultados, o Banco irá analisar a expansão do projeto.

Agência ecoeficiente: soluções em sustentabilidade Sistemas de geração alternativa de energia elétrica: sistema híbrido (energia da rede e células fotovoltaicas); Sistemas de uso racional da água: captação de água da chuva e tratamento das águas cinzas; Sistema de ar condicionado isento de gases nocivos ao ambiente e reaproveitamento da energia térmica utilizada para resfriamento do novo ar de ingresso; Maximização do desempenho térmico do edifício: telhado verde, jardim interno, paredes com tijolos de solo-cimento, isolamento térmico; Utilização de madeiras certificadas no mobiliário; Disponibilização de vagas preferenciais para veículos de baixa emissão, vagas para pessoas com deficiência e bicicletários; Infra-estrutura para sistema de coleta seletiva; Maximização de iluminação e ventilação natural;

Obra limpa, com controle e destinação dos recursos para reciclagem, utilização de tintas à base d’água e de uso de materiais de menor impacto ambiental na obra.

Fonte: Vivo Verde

TNG entra na onda do jeans 100% reciclado

Para o inverno 2012, TNG une duas inspirações que parecem, a princípio, opostas. A marca traz a modernidade da indústria têxtil em sintonia com a sustentabilidade, criando peças que utilizam sobras de fios e garrafas pet. De acordo com os criadores, as texturas remetem à natureza, reinterpretadas através de um olhar urbano.

Conforme os croquis, as saias curtas e os volumes em godê e babado são notáveis. Os vestidos têm modelagem ampla e cintura alta. Calças têm variações de fits, desde skinny até pantalona. Já para os homens, os tricôs ganham força. Os casacos e trench coats têm modelagem slim. Nas estampas, a principal referência é a Art Nouveau, com desenhos de pássaros e folhagens, por exemplo.

A base dos tecidos foi desenvolvida pela denovo. O processo gira em torno do reaproveitamento de tecidos e garrafas pet, que seriam descartados. Também são usados agentes de tratamentos biodegradáveis.

Completando a coleção eco-friendly, a TNG ainda apresenta óculos em acetato 100% reciclado e cintos, bolsas e sapatos criados com raspa de couro.

Fonte: Blog Eco Trends & Tips

Sapatos Reciclados

Christian Louboutin entrou na onda sustentável e produziu duas versões de sapatos feitos com materiais usados. O Winter Trash (acima),que faz parte da nova coleção de inverno 2012, possui meia pata feita com estampa de cobra e o salto é decorado com glitter.

O Eco Trash (ao lado), a primeira versão do modelo feito com material reciclado, foi lançado na coleção de verão 2011 e o salto vem com estampa de leopardo.Os dois sapatos já estão à venda no Brasil.

O designer enfrenta um processo contra Yves Saint Laurent. O juiz Victor Marrero decidiu não levar em conta alguns argumentos apresentados pelo advogado da YSL, David Bernstein, na última audiência.

Durante a audição, Louboutin pediu que fosse concedida uma liminar proibindo a venda dos sapatos da grife francesa que possuíam solado vermelho. De acordo com o advogado de Louboutin, Harley Lewin, os documentos de defesa apresentados pela Yves Saint Laurent eram irrelevantes.

Os papéis apresentavam dados que pretendiam comprovar que a maison produzia calçados com solado vermelho desde 2004, quatro anos antes de Louboutin receber o direito de uso exclusivo da cor. O tribunal concordou em omitir estes documentos, assim como outros argumentos da defesa, conforme informou o Daily Mail.

Fonte: Blog Eco Trends & Tips

Hambúrgueres com Braile!

Pensando nos portadores de deficiência visual, a Wimpy, um rede de fast-food da África do Sul, fez uma ação super bacana!

Eles criaram os “Wimpy Braile Burguers”, hambúrgueres com sementes de gergelim que formavam a frase: “Hambúrguer com 100% de carne bovina feito para você”.

Foram atingidos 800 mil portadores de deficiência visual através das 3 instituições que foram distribuídas.

Fonte: Blog Elefante sem Fio

Lego te ajuda a Reciclar

E que tal mais uma maneira criativa para motivar a reciclagem?!

O estúdio italiano Flusso Creativo deixou os latões coloridinhos e inovou mais ainda, transformando-os em peças de Lego com cores de sinalização (azul para alumínio, verde para vidro, branco para papel e amarelo para plástico).

Fonte: Blog Elefante sem Fio